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Motivos para você não perder o GP da Espanha de Fórmula 1

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O Circuito da Catalunha, na cidade de Montmeló, proximidades de Barcelona, recebe neste fim de semana a sexta etapa do Mundial de Fórmula 1. Após a vitória de Max Verstappen no GP dos 70 anos da Fórmula 1, o campeonato deu uma esquentada, e o holandês assumiu a vice-liderança da tabela, a 30 pontos do líder Lewis Hamilton
Escalada de Verstappen?
O holandês vem de uma espetacular vitória em Silverstone, baseada numa estratégia e pilotagem perfeitas. Se vencer de novo em Barcelona, local onde conquistou a primeira vitória na F1, em 2016, Verstappen poderá começar a ameaçar um heptacampeonato que parecia tranquilo para Lewis Hamilton após três vitórias nas quatro primeiras corridas.

Mercedes e o calor
A Mercedes tem o carro mais rápido da Fórmula 1, mas nas últimas duas corridas, em Silverstone, sofreu com o desgaste dos pneus. Para piorar, a pista de Barcelona tem algumas características parecidas, com curvas rápidas de raio longo, o que aumenta a degradação dos compostos, sem contar o forte calor que deve atingir a cidade espanhola neste fim de semana.

Recorde para Hamilton?
Com o segundo lugar no GP dos 70 anos da F1, Lewis Hamilton chegou a 155 pódios na categoria, igualando o recorde de Michael Schumacher. Por mais que a corrida em Barcelona possa ser difícil para a Mercedes, é difícil imaginar que o inglês não termine entre os três primeiros e estabeleça mais um recorde na história da categoria.

Bottas em xeque
Depois de vencer a primeira corrida de 2020, na Áustria, Valtteri Bottas não conseguiu repetir o desempenho nas demais corridas. É bem verdade que o pneu furado na primeira corrida de Silverstone lhe tirou um segundo lugar que parecia certo. Mas a atuação decepcionante no GP dos 70 anos da F1 fez com que ele perdesse a vice-liderança da tabela para Verstappen. Mesmo com a renovação de contrato com a Mercedes para 2021, Bottas vai precisar reagir se quiser seguir na briga pelo título.

Volta de Pérez
Após um afastamento de duas corridas por ter testado positivo para coronavírus, Sergio Pérez voltará ao carro da Racing Point neste fim de semana. Nas últimas duas corridas, o mexicano foi substituído por Nico Hulkenberg, que segue de prontidão apesar de o último teste de Pérez ter dado negativo para Covid-19. O mexicano é o oitavo colocado no campeonato.

Despedida do “modo festa”?
A Fórmula 1 indicou que o GP da Espanha poderá ser o último com a permissão do chamado “modo festa” nas classificações. Entenda-se por “modo festa” um mapeamento de motor mais agressivo para uma volta lançada de classificação com mais potência. A partir do GP da Bélgica, daqui a duas semanas, é provável que haja uma padronização do mapeamento dos motores.

Novo chassi para Vettel
Sebastian Vettel vem fazendo uma temporada desastrosa e ocupa uma terrível 13ª colocação na classificação geral do campeonato. O alemão reclamou do carro nas últimas corridas, e, de fato, a Ferrari detectou uma rachadura no chassi usado por Vettel na Inglaterra. Diante disso, a equipe providenciou a troca do chassi. Agora falta o alemão melhorar seu próprio desempenho.

Briga dura no pelotão do meio
Enquanto Mercedes e RBR brigam lá na frente, a disputa pelas posições seguintes tem sido acirrada: Ferrari, McLaren, Racing Point e Renault estão separadas por apenas 18 pontos no Mundial de Construtores. Em Barcelona, as equipes do meio do pelotão poderão se pegar de novo na pista como aconteceu com Lando Norris e Lance Stroll em 2019.

Trinta vezes Barcelona
Inaugurado em 1991, o Circuito da Catalunha receberá o GP da Espanha pela 30ª vez consecutiva. O principal ponto de ultrapassagem é o retão dos boxes, que ficou famoso na Fórmula 1 pela inesquecível disputa entre Ayrton Senna e Nigel Mansell logo na primeira edição da prova. E neste ano, quem levará a melhor na freada do fim da reta?

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